A
partir do início da década
de 80, tornou-se o nosso assado favorito.
A picanha deve ser feita no espeto, na grelha
ou na chapa. Desbancou o filé mignon,
o contra-filé e a alcatra.
Sua maciez, suculência e o sabor a
distingue dos demais cortes. Provém
da anca do boi, que teoricamente não
é exercitado durante a locomoção
do animal, portanto não enrijece.
Isso contribui para a sua maciez natural.
É entremeada de gordura representada
por pequenos filetes brancos que o calor
do fogo derrete. Essa peculiaridade lhe
garante a suculência e o sabor.
Os Argentinos a chamam de “Tapa de
Cuadril”, os Colombianos de “Cucaña”,
mas para merecer aplausos calorosos, convém
assar a picanha com cuidado. Tempera-se
com sal
grosso
no espeto só em peças grandes
para não desperdiçar o delicioso
suco, em pedaços menores na grelha.
Permite que a Picanha seja corada no sentido
certo, transversalmente às fibras
e servida no ponto favorito de cada um.
Assada demais, nem pensar, é infinitamente
mais gratificante comer churrasco de picanha
mal passada ou ao ponto.
Nunca compre uma picanha com mais de 1,5
kg de peso. Peças grandes demais
incluem um pedaço do colchão
duro. Sempre retire a pele lateral da picanha.
Se permanecer ali, encolherá durante
o preparo, encurvando a peça, atrapalhando
o assado e o corte na hora de servir.
Aqui no RESTAURANTE PICANHA NA TÁBUA
você encontra a picanha tipo “N”
(Nobre para exportação).
Agora faça o seu pedido e bom apetite!